O drama familiar vivido pela personagem Celeste, interpretada pela atriz Dira Paes, na novela Fina Estampa, da Rede Globo, é um bom exemplo sobre como proceder ao ser vítima de violência contra a mulher. Após anos de sofrimento e inúmeros hematomas, ela dá um basta na violência praticada pelo marido Baltazar, vivido pelo ator Alexandre Nero, e o denuncia à polícia. Preso em flagrante, ele vai preso, como deveria acontecer com todo homem que pratica violência contra o sexo feminino, seja parente ou não.
Existem muitas campanhas e as leis estão mais severas, por isso os números estão diminuindo, mas ainda há muito que se feito. O apoio de familiares e da sociedade aliado a informação é, sem dúvida, a grande arma contra a violência à mulher. Para conscientizar a população sobre esse grave problema social que atinge todo o mundo, dia 25 de novembro foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher.
Para a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, a data é uma ótima oportunidade para debater a questão. “As mulheres estão se conscientizando do apoio social que vão receber se resolverem denunciar seus agressores. Isso graças às campanhas e debates promovidos pela mídia em geral. Apesar do tema ter ganhado o horário nobre da TV, muitas mulheres ainda são agredidas e até mortas por seus companheiros”, afirma a médica.
- Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra - Bob Marley
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Preconceito fica de lado e mulheres conquistam espaço nas obras
Não é muito comum ver mulheres trabalhando em canteiros de obras, mas essa realidade pode mudar. Conforme a lei nº 4.096, de 13 de outubro de 2011, de autoria da deputada estadual Mara Caseiro, obriga que as mulheres tenham direito a 5% das vagas nos canteiros de obras licitadas pelo poder público.“O projeto serve até mesmo pra gente mudar o conceito de que mulheres são do sexo frágil, acredito que cabe a elas decidirem se compete ou não”, declara a deputada. A jovem Jéssica Gonçalves Barbosa, de 19 anos, que já trabalhou em vários canteiros de obras, concorda com o ponto de vista da parlamentar e acrescenta, “Tranquilo não é, mas damos conta do serviço”.
Jéssica está desempregada no momento e garante que não pensaria duas vezes em aceitar um trabalho na construção civil novamente. “O serviço é pesado, trabalhávamos de domingo a domingo até às 19h, mas eles pagam bem, compensa”, garante a jovem, que tem dois filhos pequenos e está a procura de um emprego.
domingo, 23 de outubro de 2011
Ato contra câncer de mama reúne centenas de mulheres em Salvador
A multidão esteve acompanhada de um trio elétrico durante todo o percurso, finalizado na Praça Mário Brasil, no bairro Tororó. O ato foi organizado pelo Núcleo Assistencial para Pessoas com Câncer, do Hospital Aristides Maltez – HAM e pela Liga Bahiana Contra o Câncer (LBCC). Este ano, o lema da caminhada foi “Câncer tem cura, desde que detectado no início”.
Fonte: Portal G1
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